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Calculadora de Financiamento Imobiliário

Simule o financiamento do seu imóvel, compare Tabela Price e SAC, use o FGTS na entrada e descubra a renda mínima necessária para aprovação.

Dados do Financiamento

20.0% do valor do imóvel

Caixa SFH: ~10–11% a.a.

Máximo: 35 anos (SFH)

Indexador do contrato
Sistema de amortização
Valor financiadoR$ 400.000,00

1ª Parcela Mensal

R$ 3.520,95

Última Parcela (Estimada)

R$ 4.741,77

Total Pago em Juros

R$ 979.286,00

Total Pago no Contrato

R$ 1.476.433,41

Atenção: parcelas crescentes

Com correção de 1% a.a., as parcelas aumentarão ao longo do prazo. Estima-se que a última parcela seja R$ 4.741,77.

Renda mínima recomendada

R$ 11.736,49(regra dos 30%)

Tabela de Amortização

Sistema Francês (Tabela Price)

360 parcelas

Para carregar a simulação detalhada de todas as parcelas e amortização mês a mês, clique no botão abaixo.

Como funciona o financiamento imobiliário

Ao financiar um imóvel, o banco antecipa o dinheiro do qual você ainda não dispõe e cobra pela operação por meio de juros mensais incidentes sobre o saldo devedor — aquilo que você ainda deve. A cada parcela paga, uma parte amortiza o saldo devedor e outra paga os juros daquele período.

Em um financiamento de R$ 400.000 a 10,5% a.a. em 30 anos, o total pago em juros supera R$ 800.000 — o dobro do valor financiado. Simular antes de assinar é essencial.

O contrato também pode incluir um indexador de correção monetária (TR ou IPCA), que corrige o saldo devedor ao longo do tempo. Contratos pré-fixados não têm esse indexador, mas a taxa de juros nominal é mais alta para compensar.

Tabela Price vs SAC: qual escolher?

Essa é a primeira grande decisão do financiamento. Use nosso Comparador Price vs SAC para ver os dois cenários lado a lado. Em resumo:

CaracterísticaTabela PriceTabela SAC
1ª ParcelaMenorMaior
Evolução das parcelasFixas (sem indexador)Decrescentes
Total pago em jurosMaiorMenor
Aprovação de créditoMais fácilMais exigente
Ideal paraQuem precisa de parcelas menoresQuem quer economizar no total
O Inimigo Invisível

O impacto dos juros em 30 anos

Nos primeiros anos do financiamento, as parcelas são compostas majoritariamente por juros. No primeiro mês de um financiamento de R$ 400.000 a 10,5% a.a. em 30 anos (Price), dos R$ 3.677 da parcela, mais de R$ 3.300 são só juros. Menos de R$ 400 abate o saldo real.

Regra de ouro para economizar

Cada R$ 1 amortizado hoje elimina ~R$ 2 a R$ 3 de juros futuros

Priorize usar o 13º, férias e FGTS para amortizar o saldo devedor — de preferência reduzindo o prazo, não a parcela.

Como usar o FGTS estrategicamente

O FGTS é o maior trunfo do trabalhador CLT na compra de um imóvel. Ele pode ser usado de três formas:

1. Na entrada

Reduz o valor financiado e, com isso, diminui a parcela e o total de juros. É o uso mais impactante.

2. Abatimento a cada 2 anos

Você pode usar o saldo do FGTS para amortizar o saldo devedor a cada dois anos enquanto o contrato estiver ativo.

3. Quitação total

Se o saldo do FGTS for suficiente para quitar a dívida restante, você pode encerrar o financiamento antecipadamente.

Use nossa Calculadora de FGTS para estimar seu saldo atual com correção e multas. Antes de usar o FGTS, verifique se você também precisa manter uma reserva de emergência adequada.

Plano de Ação

  1. 1
    Simule os dois sistemas antes de ir ao banco:

    Use a calculadora acima para comparar Price e SAC com os dados reais do imóvel que você quer. Veja o total de juros de cada um e calcule a diferença — geralmente, o SAC é mais barato em dezenas de milhares de reais ao longo do prazo total.

  2. 2
    Confira se a renda é suficiente:

    Verifique o campo "Renda mínima recomendada" no resultado. Lembre-se que os bancos consideram sua renda líquida e podem incluir a renda do cônjuge para compor a capacidade de pagamento.

  3. 3
    Avalie se alugar pode ser mais vantajoso:

    Dependendo da taxa de juros e da rentabilidade dos seus investimentos, financiar pode não ser a melhor opção. Compare os dois cenários com nossa Calculadora: Alugar ou Financiar?

FAQ Dúvidas Frequentes

01Qual a diferença entre Tabela Price e SAC no financiamento imobiliário?

Na Tabela Price, as parcelas são iguais do começo ao fim (exceto pelo indexador). É mais fácil de aprovar, pois a parcela inicial é menor. Na Tabela SAC, as parcelas começam maiores e diminuem progressivamente. Em contratos longos (20–30 anos), o SAC é quase sempre mais barato no total de juros pagos.

02Qual a taxa de juros praticada no financiamento imobiliário em 2026?

As taxas variam conforme o banco, o relacionamento com o cliente e a modalidade. No SFH (Caixa Econômica, SBPE), as taxas giram em torno de 10% a 11,5% ao ano + TR. Nos contratos com IPCA, a taxa nominal é menor (ex: 4,5% a.a.) mas a correção pela inflação faz o saldo crescer. Sempre compare o CET (Custo Efetivo Total), que inclui seguros obrigatórios (MIP e DFI).

03Posso usar o FGTS na compra de um imóvel?

Sim. O FGTS pode ser usado para dar entrada, amortizar o saldo devedor (a cada 2 anos) ou quitar o financiamento — desde que seja para imóvel residencial, com valor dentro dos limites do SFH (R$ 1,5 milhão em 2026) e o comprador não possua outro imóvel na mesma cidade. Use nossa Calculadora de FGTS para estimar quanto você tem disponível.

04Qual renda é necessária para financiar um imóvel?

Os bancos exigem que a parcela do financiamento não ultrapasse 30% da renda familiar bruta. Se a parcela for R$ 3.000, você precisará de, no mínimo, R$ 10.000 de renda. Cônjuges podem somar a renda para facilitar a aprovação. Verifique quanto sobra do seu salário com nossa Calculadora de Salário Líquido.

05Qual o prazo máximo de um financiamento imobiliário?

Pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação), o prazo máximo é de 35 anos (420 meses). A Caixa Econômica oferece até 35 anos para imóveis residenciais. O prazo máximo também considera a idade do comprador: muitos bancos exigem que o contrato seja quitado antes dos 80 anos do financiado.

06Vale a pena amortizar o financiamento com o 13º salário ou férias?

Em quase todos os casos, sim. Ao amortizar o saldo devedor, você elimina os juros futuros que incidiriam sobre aquele montante. A lei brasileira exige que o banco ofereça a opção de reduzir o prazo ou diminuir o valor da parcela. Reduzir o prazo gera maior economia de juros, enquanto reduzir a parcela melhora o fluxo de caixa mensal.